Wednesday, August 23, 2006

Os melhores mercados de trabalho!

Segundo Robert B Reich, professor da Universidade de Harvard e ex-membro do governo (democrata) dos Estados Unidos, existem áreas de trabalho muito promissoras para as próximas são décadas. Elas representam já mercados em rápido crescimento nas economias desenvolvidas. São elas:

Saúde:  aconselhamento, medicação, aparelhos, tratamentos e exercícios.

Serviços de entretenimento: cinema, teatro, música, desportos, viagens e turismo.

Beleza: moda, cosméticos, produtos de beleza, ginásios, aconselhamento.

Estímulo intelectual: notícias, informações, livros, documentários.

Contacto: internet, clubes de amizade, etc.

Bem-estar familiar: serviços de apoio familiar, educação, lazer, etc.

Segurança financeira: consultoria e serviços bancários e seguros.

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Tuesday, August 8, 2006

Cultura da Nova Liderança

Da formação de um líder devem hoje constar conhecimentos cruciais sobre os diferentes tipos de mentes com os quais trabalha. As pessoas possuem sistemas de ideias, crenças e valores que podem ser profundamente diferentes de indivíduo para indivíduo mesmo que mergulhados na mesma cultura e na mesma sociedade. A diferença encontra-se naquilo que Nelson S Lima, neuropsicólogo e investigador do Instituto da Inteligência chama de “estágios distintos de desenvolvimento da consciência” os quais fazem com que uma pessoa possa estar num patamar de desenvolvimento totalmente distinto até do da sua esposa fazendo com que subtilmente (ou de forma mais vigorosa) ocorram conflitos, incompreensões e desentendimentos, muitas vezes reclamados como “tu não entendes o que eu quero dizer“, na verdade significando que “tu não entendes a minha mente e o que eu PENSO sobre aquilo que, afinal, nos separa“!

É algo mais profundo do que acontece com as vulgares “diferenças de opinião” ou “níveis de cultura e saber”. Tem a ver muito mais com a “consciência profunda” onde se alojam a visão do mundo, os sistemas particulares de valores, o nível de existência psicológica e as estruturas de ideias e formas de pensar proprias de cada sujeito.

Para ler todo o artigo consulte www.academiadofuturo.blog.com

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Saturday, August 5, 2006

Dizer não à reforma

Redistribuir o trabalho entre as faixas etárias é a sugestão de demógrafos europeus para solucionar os problemas decorrentes do envelhecimento da população. Eles defendem que, quanto mais velho for o indivíduo, maior deveria ser sua carga horária de trabalho, porque não faria sentido trabalhar mais tempo durante o período da vida em que é preciso cuidar dos filhos. Esta pode ser ainda uma das causas da baixa taxa de natalidade dos países desenvolvidos, segundo os autores do artigo que apresenta a proposta, publicado na revista Science.

Acções governamentais deveriam encorajar os idosos a trabalhar uma quantidade maior de horas durante mais tempo, além de estimular a criação de empregos de meio-período para os mais jovens”, explica James Vaupel, pesquisador do Instituto Max Planck para Pesquisa Demográfica (Alemanha) e um dos autores do artigo, em entrevista à CH On-line. Ele acredita que, em teoria, o padrão económico não cairia com a redução do tempo trabalhado no início da idade adulta. “Embora os jovens trabalhem menos, não haverá redução de renda. Os impostos diminuirão, porque a necessidade de transferir recursos financeiros dos ativos para os inativos será menor”, ressalta.

A grande quantidade de idosos desestabiliza as contas públicas, pois cada vez menos pessoas trabalham para sustentar um número crescente de aposentadorias, o que torna o sistema previdenciário quase inviável e provoca a redução dos investimentos em educação e saúde, por exemplo.

Os autores do artigo estudaram mais cuidadosamente o caso alemão. Nesse país, havia cinco trabalhadores inactivos para cada quatro activos em 2005, e a projeção é que em 2025 a proporção seja de três para dois. Além disso, atualmente os empregados trabalham cerca de dezesseis horas por semana; em 2025, estima-se que esse valor será 8% menor. A inclusão dos idosos poderia aumentar essa média para cerca de 25 horas.

O fantasma do colapso do sistema previdenciário ameaça, além da Alemanha, quase todos os países da Europa, onde as aposentadorias antecipadas têm sido incentivadas. A partir dos 60 anos, é mais vantajoso financeiramente se aposentar do que continuar trabalhando. Na Bélgica, por exemplo, mais da metade da população masculina com mais de 59 anos estava fora do mercado de trabalho em 2000. É esse erro que todos os modelos teóricos sobre o assunto procuram corrigir.

A idéia básica dessas alternativas é estimular o cidadão a trabalhar por mais tempo”, salienta o economista Bernardo Lanza, pesquisador do Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional da Universidade Federal de Minas Gerais (Cedeplar/UFMG). Ele avalia com cautela a proposta dos demógrafos alemães. “Ainda não podemos dizer que a redistribuição do trabalho entre as diferentes faixas etárias será eficiente, porque não houve nenhum estudo empírico”, pondera.

Informação obtida em Ciência Hoje

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